Novo assalto

Cruel, pacote do governo ataca servidores e corta recursos para a saúde e educação

O governo quer, mais uma vez, que o trabalhador pague a conta de sua própria inoperância, avalia o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE)
:: Assessoria do senador Humberto Costa6 de novembro de 2019 09:53

Cruel, pacote do governo ataca servidores e corta recursos para a saúde e educação

:: Assessoria do senador Humberto Costa6 de novembro de 2019

Lançado nessa terça-feira (5) pelo governo federal, o pacote de medidas econômicas do governo Jair Bolsonaro é extremamente perverso com o funcionalismo público do país. A avaliação é do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), para quem o governo que, mais uma vez, que o trabalhador pague a conta de sua própria inoperância.

“O presidente apresentou mais um pacote de maldades que autoriza a redução de jornada e do salário de servidores públicos em situações de aperto fiscal. Que culpa tem o servidor, que cumpre o seu dever, de gestores ruins como o próprio Bolsonaro? Aliás, ele e o seu entorno até agora só conseguiram promover crises, cortes sucessivos e apresentar projetos que acabam com direitos conquistados com muita luta pela população brasileira. Agora, é o servidor público que vai ter de pagar pelas trapalhadas do presidente?”, afirmou.

“Não vamos permitir que o governo Bolsonaro transforme o país em um novo Chile, que hoje sofre as consequências de um projeto nefasto que acabou com a possibilidade da população de se aposentar e de ter direito a uma educação e saúde públicas de qualidade”, afirmou Humberto

De acordo com o projeto, os gestores municipais, estaduais e federais poderão reduzir temporariamente a jornada de trabalho dos servidores em até 25%, com redução salarial equivalente. Além disso, o pacote prevê o congelamento de salário de servidores quando as despesas correntes superarem 95% das receitas.

O líder do PT também alertou para o que chamou de “tentativa de maior desmonte público do país”. O senador criticou a proposta que altera os limites constitucionais de gastos sociais, como saúde e educação e prevê a inclusão dos pagamentos de aposentados e pensionistas.

“Saúde e educação são áreas fundamentais porque garantem respectivamente o futuro do nosso país pelo conhecimento e a saúde do brasileiro. Todos sabem que precisamos de mais recursos para investir nos dois setores e não o contrário. O que estão querendo fazer com o Brasil é assustador”, diz Humberto.

“Não vamos permitir que o governo Bolsonaro transforme o país em um novo Chile, que hoje sofre as consequências de um projeto nefasto que acabou com a possibilidade da população de se aposentar e de ter direito a uma educação e saúde públicas de qualidade”, afirmou Humberto.

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