Dilma é a segunda mulher mais poderosa do mundo, segundo a revista Forbes

:: Da redação22 de maio de 2013 15:10

Dilma é a segunda mulher mais poderosa do mundo, segundo a revista Forbes

:: Da redação22 de maio de 2013

Presidenta brasileira ficou atrás apenas da chanceler alemã Angela Merkel, a primeira colocada pelo terceiro ano consecutivo

Dilma Rousseff é a segunda mulher mais poderosa do mundo, aponta a relação anual das mulheres mais poderosas do planeta da revista norte-americana Forbes, divulgada nesta quarta-feira (22). A presidenta ficou atrás apenas da chanceler alemã Angela Merkel – primeira colocada pelo terceiro ano consecutivo – , que tem se destacado nas negociações para salvar o euro, a moeda comum europeia, e pela defesa intransigente de corte de gastos públicos, que tem levado vários países europeus a recordes de recessão e desemprego.

A presidenta brasileira subiu um degrau no pódio, depois de ocupar o terceiro lugar da lista das “mais poderosas” por dois anos consecutivos, favorecida pela saída de Hillary Clinton do posto de secretária de Estado americano, mudança que levou a ex-primeira dama dos Estados Unidos para o quinto lugar da lista. Para a Forbes, a posição de Dilma no topo da lista torna-se ainda mais segura, depois da eleição do embaixador brasileiro Roberto Azevêdo para a diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Outra brasileira aparece entre as 20 primeiras da lista da revista americana: a presidente da Petrobras, Maria das maria-das-gracas-fosterGraças Silva Foster, no 18º lugar.

Depois da presidente brasileira aparecem Melinda Gates – que preside ao lado do marido a Bill and  Melinda Gates Foundation -, e a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama.

A presidente argentina Cristina Kirchner caiu dez posições na lista e aparece na 26ª posição.

Dilma inspira nova geração de empreendimentos
Sobre Dilma, a Forbes ressalta que a presidenta do Brasil, com sua “ênfase no empresariado” tem inspirado “uma nova geração de empreendimentos”, apesar de muitos a criticarem por “favorecer políticas de desenvolvimento acima das preocupações humanitárias” – esta última uma referência direta à decisão de Dilma de não interromper a construção de usina de Belo Monte (PA).

A evolução da presidenta brasileira na lista acompanha seu desempenho à frente do Palácio do Planalto. Ao assumir o cardo de presidenta, há três anos, ela ocupava um distante 95º lugar no ranking da revista.

Composição da lista
A lista anual da publicação inclui mulheres influentes na política, negócios, imprensa, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, classificadas por “fortuna, presença na mídia e impacto”, segundo a revista.

“A ascensão de marcas pessoais e o esforço de empreendedorismo na lista deste ano de mulheres poderosas são tendências excitantes quando celebramos o 10º ano de publicação da lista”, disse Moira Forbes, presidente e editora da ForbesWoman.

“De Cingapura a Arábia Saudita, do Reino Unido aos Estados Unidos – e além, as 100 mulheres mais influentes em nossa lista têm um impacto indelével e duradouro no mundo em que vivemos”, completou.

Merkel foi considerada a mulher mais poderosa em oito dos 10 anos da lista.

Entre as empresárias da lista estão a CEO da Hewlett-Packard Meg Whitman (No. 15) – que ocupa a capa da revista -, assim como uma das principais diretoras do Facebook, Sheryl Sandberg (No. 6), e a CEO do Yahoo! Marissa Mayer (No. 32).

A lista da Forbes conta com representantes de 26 nacionalidades, mas com um claro domínio americano. A mais jovem do ranking continua sendo a cantora americana Lady Gaga (27 anos, 45ª) e a mais velha a rainha Elizabeth II da Inglaterra (87 anos, 40ª).

Acesse a publicação “The World’s Most Powerful Women 2013” no site da ‘Forbes’, em inglês

Com informações de agências de notícias

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