Dilma entrega casas para famílias desabrigadas pelas enchentes no Acre

Uma das 967 unidades do Minha Casa, Minha Vida que serão entregues pela presidenta Dilma a desabrigados das cheias no Acre. Foto: Rogério de Melo/PRA presidenta Dilma Rousseff entrega, na tarde desta quarta-feira (11), 967 unidades construídas pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) no município de Rio Branco, no Acre. As habitações abrigarão famílias que perderam suas moradias para a cheia recorde que atinge o estado. Antes disso, na chegada à capital acreana, Dilma se reunir com autoridades do governo estadual e da prefeitura para discutir a situação na região e visitar abrigo com mais de 150 famílias.

Das 967 casas, 433 são do residencial Cidade do Povo – local onde ocorrerá a solenidade com a presidenta -, 423 do Rui Lino, 100 do Cabreúva e 11 do Abunã. Além das moradias já prontas, são 1.342 em construção que estão reservadas para os desabrigados.

Todas as moradias são divididas em dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes, sendo adaptáveis a pessoas com deficiência. Os imóveis possuem infraestrutura completa: pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e disponibilidade de acesso ao transporte público.

Agradecimento

O senador Jorge Viana (PT-AC) foi um dos principais parlamentares a reivindicar apoio do governo federal ao povo acreano após as enchentes que assolam o Estado. A capital, Rio Branco, e pelo menos mais seis municípios enfrentam uma situação de calamidade pública.

Em discurso em plenário na terça-feira (11), o senador agradeceu ao Governo Federal pela liberação de recursos emergenciais para o Estado. “São boas notícias para nós, que estamos enfrentando um drama, uma situação de extrema gravidade”, afirmou Viana.

Em Rio Branco, onde vive metade da população do estado, as águas do Rio Acre chegaram a atingir de 18,4 metros, a maior cheia já registrada. “Isso é inimaginável para a cidade, para a capital do Acre”. Até esta cheia, o recorde havia sido na cheia de 1997, quando o leito do rio alcançou 17,66m. O senador destacou, ainda, o esforço que vem sendo feito pelo poder público, liderado pelo prefeito Marcos Alexandre e pelo governador Tião Viana, e elogiou a sociedade acriana, que permanece solidária com as vítimas, ajudando com donativos e trabalho voluntário.

O Governo Federal também faz sua parte. Hoje, o Diário Oficial já registra a liberação de recursos emergenciais para o município de Assis Brasil (R$57.238,00), Sena Madureira (R$222.566,00), Epitaciolândia (R$647.706,00), Xapuri (R$724.299,00) e Rio Branco (R$2.941.240,00). São verbas para fazer frente às despesas de socorro e assistência aos desabrigados e desalojados.

“Quando anunciei esses recursos, alguns colegas questionaram que era pouco. Olha, toda ajuda é bem vinda, e devo esclarecer que esses recursos são exclusivamente para uma primeira fase que vivemos de assistência e socorro às vítimas”, explicou Viana. Ele ressaltou que está sendo elaborada uma proposta de reestruturação urbana de Rio Branco, que vai necessitar de pelo menos R$200 milhões.

Com informações do Blog do Planalto

 

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