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Partidos e movimentos sociais convocam para ato de registro da candidatura de Lula

Mobilização vai reunir integrantes de organizações partidárias e movimentos populares em frente ao TSE, em Brasília, no dia 15 de agosto
:: Carlos Mota8 de agosto de 2018 17:38

Partidos e movimentos sociais convocam para ato de registro da candidatura de Lula

:: Carlos Mota8 de agosto de 2018

Milhares de integrantes de organizações partidárias e movimentos populares participarão de ato no dia 15 em frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde será registrada a candidatura de Lula à presidência da República.

Entidades como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), entre outras, estão convocando a população e participarão do evento.

“Queremos reunir milhares de pessoas nesse dia e, junto com o povo, confirmar a candidatura do presidente Lula. […] Ele é o candidato do PT e da nossa coligação para o povo voltar a ser feliz, mas é também o candidato de parcela expressiva da população brasileira”, disse a senadora e presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, esta semana no plenário do Senado.

Uma das mobilizações que virá a Brasília é a Marcha Nacional Lula Livre, convocada pelo MST.

Cerca de 4,5 mil pessoas devem percorrer 50 quilômetros entre os dias 10 e 15 de agosto. Os manifestantes sairão de três cidades – Formosa (GO), Luziânia (GO) e Engenho das Lages (DF) – em direção à Brasília.

“No início da marcha, teremos entre 1,3 mil e 1,5 mil pessoas em cada grupo de manifestantes. Como são três grupos, devem participar entre 4 mil e 4,5 mil pessoas”, afirmou Alexandre Conceição, dirigente do MST.

Programação

Os manifestantes terão programações em cada parada da marcha. Estão previstas rodas de conversa, teatro e intervenções de agitação e propaganda para levar o debate sobre a democracia ao povo.

“Com a marcha a gente espera que a gente consiga homologar a candidatura do Lula, que ele seja candidato à Presidência da República para que a gente possa retomar a via democrática no nosso país e derrubar as reformas que foram feitas e que são tão danosas à classe trabalhadora”, afirmou Katty Hellen, da coordenação nacional do Levante Popular da Juventude, em entrevista ao site Brasil de Fato.

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