Governo investe R$ 4 milhões para recuperar áreas degradadas na Amazônia

:: Da redação29 de janeiro de 2013 12:56

Governo investe R$ 4 milhões para recuperar áreas degradadas na Amazônia

:: Da redação29 de janeiro de 2013

O Governo Federal vai aplicar R$ 4 milhões para iniciar a recuperação de pelo menos 17 milhões de hectares de terras degradadas da Amazônia. A iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) contará com parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), no Brasil. O Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas da Amazônia (PRADAm) prevê a criação de unidades de teste e demonstração e unidades de referência tecnológica, utilizadas como exemplo de produção sustentável.

De acordo com o coordenador de Manejo Sustentável dos Sistemas Produtivos do Mapa, Elvison Ramos, estas unidades serão prioritariamente instaladas nos municípios localizados no chamado “arco do desmatamento da Amazônia” e “territórios de cidadania”.

A escolha das áreas a serem beneficiadas levará em conta também informações dos Grupos Gestores Estaduais do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) e do estudo Terra Class, elaborado por técnicos dos ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, com base em dados colhidos em 2008.

A idéia é que as experiências com boas práticas agropecuárias e de sistemas sustentáveis de produção, a serem implementadas nas primeiras unidades, possam ser replicadas em outras localidades da região.

O Projeto prevê a capacitação de técnicos e produtores rurais sobre tecnologias de recuperação de áreas de pastagens degradadas e de produção agropecuária sustentável, como o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta, sistemas agroflorestal e silvipastoril e também experiências de plantio direto. “Queremos viabilizar alternativas de produção sustentável para a região, de forma a auxiliar na redução do desmatamento da floresta e contribuir para o desenvolvimento de uma agricultura de baixa emissão de gases de efeito estufa”, explica Elvison Ramos.

Com informações do Palácio do Planalto

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