Humberto: Mais Médicos já atendeu a mais de 50 milhões

Humberto: os resultados do programa já são visíveis – e a aprovação da população tambémEm oito meses de existência, o Programa Mais Médicos está presente em 3.819 municípios do Brasil e garante assistência a 50 milhões de cidadãos, segundo a Fundação Perseu Abramo. A meta inicial era atender a 46 milhões de brasileiros. Hoje 14.462 médicos, brasileiros e intercambistas, trabalham em áreas com escassez de médicos. A atuação dos profissionais do Mais Médicos também resulta na redução de 21% do número de encaminhamentos a hospitais feitos por postos de saúde.

:: Da redação9 de julho de 2014 19:37

Humberto: Mais Médicos já atendeu a mais de 50 milhões

:: Da redação9 de julho de 2014

Para o ex-ministro da Saúde, hoje senador Humberto Costa (PT-PE) os balanços do programa só enaltecem o sucesso da medida. “Estou convicto de que o Mais Médicos é um dos passos mais significativos dados na história do Brasil em favor de todos os brasileiros. Os resultados já são visíveis. E o reconhecimento e o apoio da população a eles também o são”, afirmou.

Instituído pela lei 12.871/2013, o Programa Mais Médicos faz parte de um pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e atua no sentido de reforçar a atenção básica à saúde através do SUS. Prevê mais investimentos em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, mudanças nos cursos de graduação em medicina, além de levar médicos para onde há escassez desses profissionais – o Brasil apresenta baixa relação médicos/habitantes (1,8 médico para cada 1.000 habitantes) e eles estão mais concentrados nas regiões Sul, Sudeste e no Distrito Federal.

Faz parte da estratégia do programa ampliar em 11.500 vagas os cursos de graduação em medicina até 2017 e, para a residência médica, serão criadas 12 mil vagas até 2020. A maior parte dessas vagas está sendo criada em cidades do interior, considerando o enfoque regional e a existência de programas de residência nas áreas prioritárias para o SUS, quais sejam: Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia/Obstetrícia, Pediatria e Medicina de Família e Comunidade. A partir de 1º janeiro de 2015, os alunos que ingressarem na graduação deverão atuar por dois anos em unidades básicas e na urgência e emergência do SUS. As instituições de ensino terão de oferecer acompanhamento e supervisão na atuação do aluno e os profissionais receberão uma bolsa do Ministério da Saúde e um CRM provisório.

Segundo dados do Portal Saúde (2014), o Ministério da Saúde está investindo em todo o Brasil R$ 15 bilhões até 2014 para melhorar a infraestrutura dos serviços de saúde, especialmente de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Além dos recursos de infraestrutura, o ministério também tem investido na qualificação da atenção primária.

Com Fundação Perseu Abramo

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