“Inovação é um caminho sem volta”, diz Jorge Campagnolo, do MCTI

:: Da redação26 de julho de 2013 17:52

“Inovação é um caminho sem volta”, diz Jorge Campagnolo, do MCTI

:: Da redação26 de julho de 2013

O coordenador-geral de Serviços Tecnológicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Jorge Campagnolo, afirmou durante palestra na 65ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), nesta semana em Recife (PE), que a inovação é a forma mais rápida para uma empresa ter competitividade no mercado interno e externo. Ele defendeu a importância do investimento em inovação e apresentou os principais programas de governo à disposição do empresário interessado em inovar.

“A inovação é um caminho sem volta”, disse ele. Para um público formado principalmente por estudantes, o ministro disse que o desafio do setor empresarial com a globalização e com o rápido avanço tecnológico é diário. “Se mantiver a mesma linha de produto de cinco anos atrás, a empresa não vai conseguir competir nunca”, ressaltou. “De forma geral, hoje, grande parte dos produtos tem tecnologia agregada que fica logo superada”, acrescentou.

Campagnolo falou do esforço do MCTI em impulsionar a área de nanotecnologia, para a qual foi criado um Comitê Interministerial destinado a analisar as ações deste setor. “Essa área é muito importante, pois, embora trabalhe com dimensões nano, tem um potencial de inovação muito grande”, afirmou.

Ele também citou a Lei do Bem (nº 11.196/2005), que criou incentivos fiscais que empresas podem usufruir de forma automática, desde que realizem pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), com dedução na apuração do Imposto de Renda, e as iniciativas como o Programa Nacional de Apoio a Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas (PNI) e o Rhae Pesquisador na Empresa, direcionado ao apoio de PD&I que visem a integração de pesquisadores qualificados nas empresas.

Embrapii
Outra ação mais recente, comentou, foi a instituição da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), organização social, em fase de formação, que buscará criar um ambiente favorável para a cooperação entre instituições de ciência e tecnologia e as empresas. “É importante fortalecer as empresas para que possamos ter recursos, por meio do pagamento de tributos, por exemplo, para que possamos investir nas demais áreas de interesse da sociedade”, concluiu.

Com informações do Portal do Planalto e do MCTI 

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