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Nas ruas, cresce mobilização para livrar país do genocida

"Foram mais de 2500 carros na carreata #StopBolsonaroMundial hoje, em Brasília. E está assim em todo país. O povo cansou. Chega de Bolsonaro, chega de mortes. Pela vida e por vacina para todos!", declarou Rogério Carvalho, líder do PT no Senado. 
:: Da redação31 de janeiro de 2021 21:53

Nas ruas, cresce mobilização para livrar país do genocida

:: Da redação31 de janeiro de 2021

As manifestações deste domingo, 31, cumpriram com a expectativa e cresceram em volume e contundência em todo o país. Além dos centros das grandes cidades, atos ocorreram nas periferias das capitais e cidades do interior. Os protestos também ecoaram no exterior com a 4ª edição do evento Stop Bolsonaro, realizado em várias capitais do mundo.

“Em todo o Brasil e no mundo o grito é um só: precisamos nos livrar do genocida!”, afirmou a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hofffmann (PR). As manifestações no país foram organizadas por sindicatos, movimentos sociais e organizações de mulheres, de juventude e partidos políticos que compõem as frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular.

Nas faixas e palavras de ordem em todo o país, a população pediu o retorno do pagamento do auxílio emergencial, vacinas para todos e empregos. Nas palavras das lideranças, medidas que o atual governo não tem condições, nem vontade de atender. A urgência do impeachment é uma necessidade de sobrevivência das pessoas e do país, afirmaram as lideranças.

As carreatas ganharam às ruas da maioria das capitais e grandes cidades brasileiras, conquistando entusiasmado apoio da população. Na capital paulista, a carreata teve início na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, encerrando em frente ao Ginásio do Ibirapuera. No trajeto, que passou pela Avenida Paulista, lideranças de movimentos social e sindical falaram ao microfone.

“Tivemos uma ampla participação da população contra este governo genocida num Brasil onde mil pessoas morrem por dia”, registrou o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo. A participação dos trabalhadores também buscou outras formas de participação, como a dos funcionários da Mercedes Benz, integrantes do Comitê Lula Livre.

Em Florianópolis, uma grande manifestação tomou às ruas marcou a resistência popular para defender a Comcap, empresa pública de limpeza urbana, e seus trabalhadores, em greve desde o dia 18 de janeiro. A manifestação impulsionada pelo sindicato e pelas famílias dos cerca de 1700 trabalhadores da Comcap recebeu amplo apoio da população.

Para o líder da  Bancada do PT na Câmara,  deputado Enio Verri (PR), o efeito do ato simbólico que está acontecendo no Brasil e no mundo é muito maior do que se imagina. “É o mundo todo observando que ninguém aguenta mais um presidente genocida, um presidente que não tem a preocupação com a vida das pessoas”.

Impeachment já!

A Câmara dos Deputados já contabiliza 62 pedidos de impeachment aguardando sua inclusão na pauta. Para o líder da Minoria na Câmara, deputado  José Guimarães (PT-CE), “as condições políticas estão melhorando, todo mundo está dizendo que esse governo genocida não tem jeito”. Na defesa de sua tese, Guimarães aponta que as carreatas deste final de semana foram maiores que as do dia 23.

Os senadores do PT também registraram, em suas redes sociais, as manifestações em todo país. Para o líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE), o dia foi histórico: “Foram mais de 2500 carros na carreata #StopBolsonaroMundial hoje, em Brasília. E está assim em todo país. O povo cansou. Chega de Bolsonaro, chega de mortes. Pela vida e por vacina para todos!”, declarou Carvalho. 

Já o ex-ministro da Saúde, senador Humberto Costa (PT-PE), lembrou em sua rede social dos mais de 220 mil mortos pela Covid no Brasil, e disse que as pessoas estão nas ruas para pedir “a saída desse governo omisso, negacionista e alucinado”. E acrescentou: “o povo está fazendo uma belíssima movimentação no mundo inteiro. O pedido é um só: FORA BOLSONARO. É pela vida das pessoas, é pela saúde dos brasileiros. Bolsonaro precisa sair. URGENTE!”, escreveu em seu Twitter.

Com Agência PT, PT na Câmara e site da CUT

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