“Nós botamos o bloco na rua”, diz Rui Falcão sobre a Reforma Política

:: Da redação12 de junho de 2013 15:51

“Nós botamos o bloco na rua”, diz Rui Falcão sobre a Reforma Política

:: Da redação12 de junho de 2013

 

“Nós temos entendimento que a maioria das
pessoas acha que deve haver uma reforma,
e queremos elevar a participação popular
neste processo”

O presidente do PT, Rui Falcão e o secretário nacional de Movimentos Populares, Renato Simões, participaram na manhã dessa terça-feira (11), em Belo Horizonte, de um encontro com o reitor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Dom Joaquim Mol, para debater a Reforma Política. Na ocasião, Rui Falcão destacou o clamor social que existe por uma atualização do processo político-eleitoral.

“Nós temos entendimento que a maioria das pessoas acha que deve haver uma reforma, e queremos elevar a participação popular neste processo. Por isso tomamos a iniciativa e colocamos o bloco na rua”, disse o presidente sobre a coleta de assinaturas que o PT está realizando em todo Brasil.

O bispo Dom Mol, grande interlocutor do debate sobre a Reforma Política na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), afirmou que o tema deve ser amplamente discutido para que tenhamos um Brasil melhor politicamente.

“Esta é uma reforma absolutamente necessária. Reconhecida por todas as pessoas de bom senso, que pensam no bem do povo brasileiro. Esta proposta se encontra, na visão de muitos movimentos, com a vontade e o desejo de criar convergências para que de fato tenhamos um Brasil novo também sobre um ponto de vista político dentro de algum tempo”, afirmou o bispo.

O secretário Renato Simões exaltou a importância da unidade de diversos segmentos da sociedade neste processo. “Queremos fazer uma grande conclamação da sociedade em torno da Reforma Política e para isso é importante a união de todas as iniciativas. A iniciativa do PT não surgiu contra nenhuma iniciativa anterior, surgiu para somar”, afirmou.

Rui Falcão avaliou como muito positiva a reunião, que mostrou pontos importantes incomuns entre várias propostas de reforma. É um consenso de que reforma política é “necessária, urgente, fundamental e precisa ser feita também com participação da sociedade”.

Com PT Nacional

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