Dia da Mulher

Paulo Rocha conclama mulheres à luta contra desigualdade

“As mulheres são as mais prejudicadas com o desmonte do estado, com o corte no orçamento que impactam diretamente na execução de políticas públicas para as mulheres implementadas por Lula e Dilma”, afirma o senador
:: Assessoria do senador Paulo Rocha8 de março de 2018 10:10

Paulo Rocha conclama mulheres à luta contra desigualdade

:: Assessoria do senador Paulo Rocha8 de março de 2018

O senador Paulo Rocha (PT-PA) conclamou as mulheres de Belém a participar, neste dia 8 de março, das atividades de luta pela democracia, como forma de marcar a data comemorativa de maneira firme no combate à desigualdade, a descriminação de raça e de gênero e o incentivo à participação da mulher na política.

Para ele, é necessário refletir a situação da mulher no Brasil e no estado do Pará onde, segundo ele, não há muito o que comemorar porque, apesar dos avanços na luta, ainda é muito grande a questão da desigualdade e falta de políticas públicas que impactam a questão feminina, com o desmonte do estado e a política de austeridade do governo “ilegítimo” de Temer, que aprofunda as desigualdades e a violência contra a mulher.

O petista lembrou os avanços e conquistas dos governos Lula e Dilma, que transformou a secretaria e Ministério da Mulher, o que significou igualdade nas relações ministeriais, depois extinto pelo governo atual.

“As mulheres são as mais prejudicadas com o desmonte do estado, com o corte no orçamento que impactam diretamente na execução de políticas públicas para as mulheres implementadas por Lula e Dilma”, argumentou ele, lembrando programas como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, além de programas específicos como o atendimento nas Casas da Mulher Brasileira e a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, paralisado pela política de austeridade e corte no orçamento que faz crescer o índice de violência.

Paulo Rocha criticou as reformas propostas pelo governo Temer, que prejudica a todos os trabalhadores e trabalhadoras, que retira direitos, mas é ainda mais perversa com as mulheres por desconsiderar as jornadas duplas e até triplas de trabalho da mulher, mostrando a face machista e cruel do governo Temer.

Para concluir, Paulo Rocha lamentou a situação de vulnerabilidade da mulher paraense, citando o exemplo Ananindeua, na região metropolitana de Belém, e Marabá, consideradas como as mais violentas do estado, com alto índice de feminicídio, deixando o estado como o sexto colocado no ranking de violência do país.

Lembrando que foi o PT que criou a maioria dos programas de políticas públicas para as mulheres, ele conclamou a mulher paraense a lutar para mudar a situação no estado e pela volta da democracia no Brasil.

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