Saúde Não Tem Preço já beneficiou 18 milhões de hipertensos e diabéticos

:: Da redação20 de janeiro de 2014 13:59

Saúde Não Tem Preço já beneficiou 18 milhões de hipertensos e diabéticos

:: Da redação20 de janeiro de 2014

Dezoito milhões de beneficiados com remédios para hipertensão e diabetes. Um milhão e duzentos mil pacientes que receberam de graça medicamentos para o controle da asma. Esses foram alguns dos resultados do Programa Saúde não tem Preço apresentados nesta segunda-feira (20) pela presidenta Dilma Rousseff no programa Café com a Presidenta. Ela também destacou a vacinação contra o HPV, que será oferecida a meninas de 11 a 13 anos de idade. Cada menina vai receber três doses de vacina e, no ano que vem, o governo vai expandir a vacinação para meninas de 9 a 11 anos.

“Vamos cuidar delas hoje para que, no futuro, tenham menos riscos de desenvolver esse câncer de colo de útero” ,explicou. O vírus é responsável por 90% dos casos de câncer de útero no Brasil.

Ao todo, o governo gastou mais de R$ 1 bilhão na compra de 36 milhões de doses. A aquisição foi feita por meio de uma parceria do Instituto Butantã com um laboratório privado. Em até cinco anos, a transferência de tecnologia deve ser concluída e o Brasil passará a produzir a vacina.

“Uma família que decidisse comprar a vacina de um laboratório particular teria que desembolsar cerca de R$ 1 mil pelas três doses. Com essa parceria, vamos oferecer a vacina de graça para as famílias. O Ministério da Saúde, por sua vez, vai pagar menos de R$ 100.”

A distribuição de medicamentos para asma, que começou em 2012, já reduziu em quase 36 mil o número de internações por causa de complicações da doença. Segundo a presidenta, além da economia para o sistema de saúde, isso melhora muito a vida do paciente e da família dele. “Todo mundo que é mãe, pai ou avô ou avó sabe o sofrimento que é ver uma criança com asma, ter que sair de casa correndo, às vezes de madrugada, para levar a criança no hospital. Com a medicação adequada nós evitamos essas internações súbitas e ainda ajudamos a reduzir as filas nos nossos hospitais”, destacou.

Com informações da Agência Brasil, do Portal Brasil e do Ministério da Saúde

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