Suplicy aponta: emprego cresceu significativamente com Lula e Dilma

Suplicy: Houve um aumento da geração de emprego muito mais significativo que no governo anteriorO mercado de trabalho no Brasil continua robusto e as taxas de desemprego são declinantes devido à maior formalização, enquanto a renda das famílias cresce a cada dia. De janeiro de 2003 a abril de 2014  foram criados 20,3 milhões de empregos formais no País, um aumento de 71% em relação ao número total de vagas formais existentes em dezembro de 2002. “No período dos governos Lula e Dilma houve um aumento da geração de emprego muito mais significativo do que no governo anterior”, disse o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

:: Da redação3 de junho de 2014 22:44

Suplicy aponta: emprego cresceu significativamente com Lula e Dilma

:: Da redação3 de junho de 2014

 

Em discurso na tarde desta terça-feira (3), Suplicy relatou o encontro mantido hoje com os economistas Luiz Gonzaga Baião e Esther Dweck que trabalham no Ministério do Planejamento. Eles mostraram ao senador uma fotografia de como se comporta o emprego hoje no Brasil, por meio de dados coletados tanto pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNADC) quanto pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Em 40 meses do governo da presidenta Dilma foram criados 4,96 milhões de empregos formais, uma média de 1,5 milhão de empregos por ano”, disse Suplicy. Ao comparar esse desempenho com períodos anteriores, nota-se que de janeiro de 1995 a dezembro de 2002, período de oito ano, foram gerados 5 milhões de empregos formais, com a média de 626 mil empregos por ano. “De janeiro de 1995 a dezembro de 1998 foram criados 800 mil empregos formais e isso representa 70% de todos os empregos gerados apenas em 2013, quando se criou 1,1 milhão de empregos formais”, comparou.

Suplicy também enfatizou a importância que é o aumento da renda do trabalho, já que no período de janeiro de 2003 a 2013 o rendimento real cresceu 29,6%, ou seja, acima da inflação medida nesse período. Em relação ao salário mínimo, a política de reajuste acima da inflação significou, na prática, um crescimento expressivo de 73,7% do final de 2002 até 2013, média de 5,1% de reajuste anual. “No período de 1994 a 2002, o salário mínimo o aumento foi de apenas 19%, ou 2,2% em média por ano”, apontou.

Medidas corretas
O senador considera que o Governo Federal adotou medidas corretas e fundamentais para manter o ritmo de geração de emprego formal e de crescimento do rendimento do trabalho. Entre elas, citou a desoneração da folha de pagamento para setores intensivos em mão-de-obra, o que permite reduzir o custo do trabalho, preservando direitos do trabalhador; a ampliação do Supersimples, incentivando a formalização do emprego; a promoção da formação profissional, com o Pronatec e a exigência de curso para recebimento do seguro desemprego; e o incentivo à formalização com a criação do Microempreendedor Individual, o MEI, e o Plano Nacional de Combate à Informalidade dos Trabalhadores Empregados.

“O governo continuará adotando medidas de médio prazo para elevar a produtividade, qualificar trabalhadores, privilegiar a inovação e concentrar investimento nos setores mais competitivos e produtivos, criando oferta cada vez maior de emprego qualificado”, afirmou.

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