SEGURANÇA PÚBLICA

Vamos derrubar novos decretos de armas, promete Humberto

Para Humberto, Bolsonaro atropela o posicionamento tomado pelo Senado Federal, de ter considerado as iniciativas do Poder Executivo ilegais
:: Assessoria do senador Humberto Costa26 de junho de 2019 09:47

Vamos derrubar novos decretos de armas, promete Humberto

:: Assessoria do senador Humberto Costa26 de junho de 2019

Após articular a derrubada no Senado dos decretos de Bolsonaro que liberam a posse e o porte de armas no país, o líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE), criticou a decisão do presidente de revogar os próprios atos, em edição extra do Diário Oficial desta terça-feira (25), e de propor mais três decretos sobre o tema. O senador prometeu apresentar novos projetos de decreto legislativo para derrubar as iniciativas do Palácio do Planalto, assim como fez recentemente, com êxito.

Para Humberto, Bolsonaro atropela o posicionamento tomado pelo Senado Federal, de ter considerado as iniciativas do Poder Executivo ilegais, e demonstra, mais uma vez, uma obsessão sem fim em relação a armamento.

“Eu não consigo entender essa obsessão fálica desse governo. A arma, o revólver, a espingarda, todos são um símbolo fálico que a psicanálise procura entender de todas as formas. O governo só pensa nisso. Enquanto o povo está desempregado, sem perspectivas de salário e o Brasil está indo para o buraco, o presidente continua com essa obsessão por armas de fogo”, criticou.

O parlamentar avalia que Bolsonaro teria de ter respeitado a decisão do Congresso e, se quisesse continuar o debate sobre o assunto, que mandasse um projeto de lei, até em regime de urgência, para ser discutido pelos parlamentares. Mas ele não fez isso.

“O governo reeditou aquele primeiro decreto, que é cheio de problemas. É como se tivesse colocado um bode na sala e, agora, procurasse tirar esse bode com mais decretos sobre posse, incluindo a permissão a colecionadores. Está tudo errado. E aí, a gestão do capitão reformado manda um projeto de lei para discutir o porte. Não dá”, resumiu.

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