7 de setembro

Senadores defendem soberania nacional e direitos do povo no Dia da Independência

Senadores destacam que a independência do país passa pela defesa da soberania, da democracia e dos direitos da população

Agência Brasil

Senadores defendem soberania nacional e direitos do povo no Dia da Independência

No Dia da Independência do Brasil, celebrado nessa segunda-feira (7/9), senadores destacaram a importância de defender a soberania nacional e associaram a independência do país à democracia, aos direitos sociais e à participação popular. As manifestações ocorreram em meio às mobilizações do 32º Grito dos Excluídos e Excluídas, realizado em diferentes cidades do país.

Para o senador Jaques Wagner (PT-BA), a data ganha significado especial diante das tentativas de interferência estrangeira no Brasil. Ele ressaltou que a soberania nacional deve estar vinculada à defesa da democracia e à vontade popular expressa pelo voto.

“O dia da independência do Brasil, especialmente neste momento, em ano eleitoral e após tentativas de interferência estrangeira no nosso país, é de fundamental importância reafirmar e defender a nossa independência e soberania nacional”, afirmou.

Segundo Wagner, a Constituição estabelece a democracia como princípio fundamental para o país. “O Brasil é regido pela democracia, que é a força do povo no ato do voto. Vamos em frente! O Brasil é dos brasileiros!”, declarou.

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) também relacionou a independência à soberania e à garantia de direitos para a população. “Independência é ter um Brasil livre, soberano e que cuide do seu povo”, afirmou.

Independência construída nas ruas

A participação popular esteve no centro das manifestações de senadores que acompanharam o Grito dos Excluídos e Excluídas. A senadora Teresa Leitão (PT-PE) defendeu que o 7 de Setembro seja também um momento de dar visibilidade às lutas sociais.

“7 de setembro é dia de ocupar as ruas e fazer ecoar a voz de quem luta todos os dias por um Brasil mais justo!”, afirmou Teresa, que participou do ato em defesa da terra, da paz e da moradia.

Para a senadora, a construção de um país mais justo passa pela mobilização popular e pela atuação dos movimentos sociais. “É nas ruas, junto do povo e dos movimentos sociais, que a gente constrói um país onde todos e todas tenham direito a viver com dignidade”, declarou.

O senador Humberto Costa (PT-PE), que também participou do Grito dos Excluídos, no Recife, destacou a relação entre soberania e participação popular.

“Mais uma vez saí com a certeza de que a independência do Brasil se constrói na rua, com o povo organizado”, afirmou. Para ele, a defesa da soberania nacional está diretamente ligada à população que trabalha e constrói o país diariamente.

“A soberania nacional está sendo defendida de verdade, por quem levanta cedo e constrói esse país todos os dias”, acrescentou.

Direitos sociais também são independência

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) aproveitou a data para relacionar a ideia de independência à qualidade de vida dos trabalhadores. Para ela, não existe independência plena sem tempo para descanso e dignidade. “Sabe o que é independência de verdade? É ter tempo para viver com dignidade. Trabalhar 6 dias e descansar só 1 não é vida, é exaustão!”, afirmou.

Eliziane destacou ainda sua atuação no Senado pela aprovação do fim da escala 6×1. “Quem carrega o país nas costas merece respeito!”, disse.

To top