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Bancada do PT defende isenção da “taxa das blusinhas” para aliviar bolso dos mais pobres

Senadores celebram MP do presidente Lula que zera imposto de importação para compras de até US$ 50.

Wallison Breno/PR

Bancada do PT defende isenção da “taxa das blusinhas” para aliviar bolso dos mais pobres

Presidente Lula assinou MP para zerar imposto federal da Taxa das Blusinhas

A bancada do PT no Senado manifestou apoio à Medida Provisória (MP 1357/2026), assinada ontem (12/05) pelo presidente Lula, que estabelece alíquota zero para o Imposto de Importação em compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 250). A iniciativa, que entrou em vigor nesta quarta-feira (13/05), é vista pelos parlamentares como uma vitória do poder de compra e um alívio direto no orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de menor renda.

A chamada “taxa das blusinhas”, que incidia em 20% sobre o valor das mercadorias, foi eliminada pela decisão do Executivo. Para os senadores, a medida demonstra a sensibilidade social do governo e o compromisso com a democratização do acesso a bens de consumo.

O senador Camilo Santana (CE) comemorou a celeridade da medida e o impacto imediato nos preços. “Acabou! O presidente Lula assinou a medida provisória que acaba com a tributação. Com isso, esse tipo de compra fica 20% mais barata. Valeu, presidente!”, celebrou.

Na mesma linha, o senador Randolfe Rodrigues (AP) destacou que a taxa funcionava como uma barreira que impedia o consumo de muitos brasileiros. “Sabe aquela compra que ficava parada no carrinho porque o valor final assustava? Agora ficam mais acessíveis. É menos peso no bolso e mais acesso para muita gente que antes precisava desistir na hora de fechar a compra”, pontuou.

Para a senadora Eliziane Gama (MA), o gesto reforça a identidade do governo Lula em priorizar quem mais precisa. “Essa decisão beneficia principalmente as camadas populares. Lula, como sempre, ouvindo os de baixa renda. Quem vive com pouco sabe o alívio que essa decisão traz”, afirmou a parlamentar.

O senador Humberto Costa (PE) explicou que a tributação anterior cumpriu um papel técnico temporário que agora se tornou desnecessário. Segundo ele, o governo agiu com responsabilidade ao equilibrar o setor antes de conceder a isenção.

“Essa medida foi tomada, lá atrás, de forma muito responsável e cumpriu o seu papel. Tivemos um efetivo combate ao contrabando e conseguimos, praticamente, eliminá-lo. Equacionado o problema, essa alíquota perde o seu objeto”, explicou. Ele destacou ainda que o benefício se estende aos pequenos empreendedores, que voltam a ter acesso a insumos desonerados e mais baratos nas plataformas de comércio online.

O senador Rogério Carvalho (SE) disse que a medida assinada pelo presidente demonstra a sensibilidade social do governo e é fruto de uma política econômica responsável, voltada ao controle da inflação, à redução de custos e ao fortalecimento da geração de emprego e renda. “A medida corrige distorções, reduz custos para milhares de famílias brasileiras e beneficia especialmente quem busca produtos mais acessíveis para o dia a dia”, salientou.  

O líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (BA), contextualizou a medida dentro de um pacote de entregas positivas do Executivo, citando também os avanços na área de segurança. “Ontem ele derrubou a taxa e lançou o programa Brasil Contra o Crime Organizado. São medidas que terão um impacto muito grande na vida da população”, reforçou Wagner.

Com a publicação da MP, a isenção começou a vigorar imediatamente.

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