auxílio emergencial

Comércio e outros bancos devem pagar o auxílio, aponta Wagner

Senador aciona Justiça para descentralizar o repasse do auxílio emergencial de R$ 600. O objetivo é acabar com as longas filas nas agências, que provocam aglomerações e, por consequência, colocam em risco a saúde dos beneficiários e dos atendentes
:: Assessoria do senador Jaques Wagner6 de maio de 2020 14:37

Comércio e outros bancos devem pagar o auxílio, aponta Wagner

:: Assessoria do senador Jaques Wagner6 de maio de 2020

O senador Jaques Wagner (PT-BA) entrou com uma ação popular, nesta terça-feira (5), solicitando que seja retirada da Caixa Econômica Federal a centralização do repasse do auxílio emergencial de R$ 600. O objetivo é acabar com as longas filas nas agências, que provocam aglomerações e, por consequência, colocam em risco a saúde dos beneficiários e dos atendentes. A sugestão do parlamentar é que outras opções sejam incluídas nessa tarefa, como os bancos privados e pequenos e médios comércios, por meio do modal praticados por Fintechs, empresas facilitadoras de pagamentos.

“A Caixa já demonstrou que não consegue atender de forma eficaz e que é impossível pagar o auxílio sem filas ou aglomerações. No atual modelo, a população não tem outra alternativa senão colocar em risco sua saúde e de seus familiares para sacar o valor que será responsável por sua sobrevivência. É preciso avaliar a possibilidade de envolver nessa tarefa ferramentas seguras e legítimas”, afirmou.

Ao defender a inclusão do modal praticado pelas Fintechs no processo, o senador lembra que essas facilitadoras fazem, por exemplo, parcerias com estabelecimentos comerciais, oferecendo serviços bancários a todos os cidadãos. “O cliente tem a possibilidade de realizar saques em locais como padarias, supermercados e farmácias. Assim, atuam de forma mais coletiva, associando soluções financeiras a causas sociais. Essa expertise, já experimentada e aprovada, superaria o problema vivido atualmente pela Caixa e pelos beneficiários”, completou.

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