Construção gerou 17,2 mil postos de trabalho com carteira assinada

:: Da redação26 de junho de 2012 16:14

Construção gerou 17,2 mil postos de trabalho com carteira assinada

:: Da redação26 de junho de 2012

A construção civil brasileira gerou 17,2 mil postos de trabalho com carteira assinada no mês de maio, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (26/06) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). O número de contratados é 0,51% maior do que o registrado em abril.

No acumulado do ano, o setor empregou 186.921 trabalhadores a mais, um crescimento de 5,89% em comparação com o mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, houve expansão de 7,65%, com um total de 238.962 novos contratos.

No entanto, o resultado representa uma redução de mais de 50% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram geradas 33,8 mil vagas. A pesquisa foi feita pelo sindicato em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Na comparação entre regiões, a Norte teve o maior crescimento, com 1,59%, no comparativo mês a mês. Em seguida, aparecem as regiões Centro-Oeste (1,21%), Sul (0,93%) e Sudeste (0,36%). O Nordeste ficou praticamente estável, com aumento de 0,04%.

De acordo com a pesquisa, a construção civil é um dos setores que mais empregam no Brasil, com cerca de 3,36 milhões de trabalhadores, contabilizados no final de maio. A Região Sudeste concentra mais da metade das vagas, com 1,69 milhão de contratos.

O maior número de trabalhadores está em São Paulo, com cerca de 857 mil pessoas com carteira assinada no setor. Em abril, no entanto, houve leve redução na oferta de postos de trabalho no estado, com fechamento de 801 vagas.

A segunda região que mais emprega é a Nordeste, com 715,9 mil trabalhadores com carteira assinada. Em seguida, aparecem as regiões Sul (475.278), Centro-Oeste (273.537) e Norte (201.442). Na comparação entre regiões, a Norte teve o maior crescimento, com 1,59%, no comparativo mês a mês. Em seguida, aparecem as regiões Centro-Oeste (1,21%), Sul (0,93%) e Sudeste (0,36%). O Nordeste ficou praticamente estável, com aumento de 0,04%.

 

Com Agência Brasil

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