Desemprego cai para 5,2% em outubro e é o menor índice de 2013

:: Da redação21 de novembro de 2013 13:17

Desemprego cai para 5,2% em outubro e é o menor índice de 2013

:: Da redação21 de novembro de 2013

Número de trabalhadores desempregados caiu em seis das
sete regiões pesquisadas

O desemprego no País caiu em de outubro. Nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em outubro, a taxa ficou em 5,2%. É a menor do ano, e também a mais baixa para meses de outubro desde 2002, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (21).. A desocupação tem registrado quedas consecutivas desde julho.

 A pesquisa é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. A população desocupada somou 1,3 milhão de pessoas e, segundo o IBGE, ficou estável nas comparações mensal e anual. Também ficou estável, de acordo com a pesquisa, a população ocupada, que chegou a 23,3 milhões de pessoas.

No setor privado, o número de trabalhadores com carteira assinada atingiu 11,9 milhões, mostrando alta de 3,6% frente a outubro do ano anterior. Na comparação com setembro, não houve variação significativa.

Salários

Quanto aos salários, o rendimento médio dos trabalhadores ficou em R$ 1.917,30 e foi considerado “estatisticamente estável” frente a setembro (R$ 1.919,82), na avaliação do IBGE, e cresceu 1,8% diante de outubro do ano passado, quando ficara em R$ 1.883,45. Na comparação anual, serviços domésticos teve a maior alta (8,1%) e o maior recuo foi visto em serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (-2,5%).

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De acordo com os grupos de atividades, a maior alta na comparação mensal foi registrada na construção (4,7%) e a maior queda, em educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (-2,3%). Na classificação por categorias de posição na ocupação, o maior aumento no rendimento médio ocorreu entre os trabalhadores por conta própria (2,1%) e a maior queda, entre os sem carteira assinada (-2,5%). Na comparação anual, a maior alta partiu dos os empregados sem carteira no setor privado (6,1%) e a menor, entre os militares e funcionários públicos (1,7%).

Confira a íntegra da publicação

Com informações do IBGE

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