Ensino superior

Em deliberação histórica, Congresso do Andes se soma à luta por Lula Livre

Reunião apontou os riscos à democracia e também discutiu a importância de combater a criminalização dos movimentos sociais e sindicais
:: Agência PT de Notícias16 de fevereiro de 2019 14:23

Em deliberação histórica, Congresso do Andes se soma à luta por Lula Livre

:: Agência PT de Notícias16 de fevereiro de 2019

Está a cada dia mais explícito que Lula é um preso político. Diante do ataque à democracia, diversas organização não ligadas ao Partido dos Trabalhadores se somam à Lula por Lula Livre. Foi o que decidiu o ANDES-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), durante o 38º Congresso, realizado em Belém (PA), no início deste ano.

A deliberação foi tomada quando a plenária discutiu a luta contra a criminalização do movimento sindical e movimentos sociais e a liberdade de presos políticos. Para o grupo, a prisão de Lula está no campo das arbitrariedades e das interpretações tendenciosas da Justiça, que ameaçam direitos constitucionais.

Foi tratada como um caso de luta contra arbitrariedades, no campo das interpretações tendenciosas da Justiça que ameaçam direitos constitucionalmente reservados, a exemplo do que ocorrer nos ataques à liberdade de cátedra dos docentes.

“A bandeia de inclusão da liberdade de Lula não é uma questão meramente partidária, é uma temática cara ao sindicato, no sentido de entender a liberdade do ex-presidente no contexto da luta contra a criminalização dos movimentos sociais, da perseguição contra docentes na universidade e dos ataques à liberdade de cátedra. Essa bandeira sinaliza a luta contra as arbitrariedades e permite que nosso sindicato atue de forma ampla e aberta contra a perseguição de qualquer cidadão”, afirma o vice-presidente da ADUnB (Associação dos Docentes da Universidade de Brasília), Jacques Novion.

Já o presidente da ADUnB, Luiz Antonio Pasquetti, afirma que “a questão do Lula Livre, que é um processo bastante questionado, foi aprovada no contexto de pensar as liberdades democráticas, o Estado de Direito”.

Por CUT Brasília

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