Agência PT

O senador Camilo Santana (PT-CE) defendeu neste domingo (26/4) a continuidade do projeto político liderado pelo presidente Lula e afirmou que o atual governo “tem o que mostrar em todas as regiões do país” durante o ato de encerramento do 8º Congresso Nacional do PT, em Brasília.
Em discurso marcado pela defesa da democracia, da soberania nacional e das políticas de inclusão social, o parlamentar destacou o papel de Lula no cenário nacional e internacional.
“A gente se orgulha muito do que o presidente Lula representa hoje, não só para o Brasil, mas para o mundo: a defesa da manutenção da democracia”, afirmou.
Camilo ressaltou que o governo assumiu o país em cenário de desmonte institucional, social e orçamentário. “Todos sabem como nós pegamos esse governo. Desmontado, arrasado em todos os aspectos”, disse, ao criticar o enfraquecimento de políticas públicas promovido pela gestão anterior.
Segundo o senador, os últimos anos foram dedicados à reconstrução do país e à retomada de programas sociais estratégicos. Entre os avanços citados, ele destacou a redução do desmatamento, a queda histórica do desemprego, a expansão de universidades, o programa Pé-de-Meia, o fortalecimento da alfabetização, a ampliação de escolas em tempo integral e a retomada de iniciativas como Farmácia Popular e Mais Médicos.
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Camilo também enfatizou o combate à fome como uma das principais marcas da atual gestão. “Além de reconstruir, tiramos novamente o Brasil do Mapa da Fome”, declarou.
O senador ainda classificou o próximo pleito como decisivo para consolidar políticas públicas de inclusão e aprofundar o combate à desigualdade social. “Essas eleições serão fundamentais para que a gente continue construindo as políticas de inclusão”, afirmou.
Camilo também convocou a militância petista a apresentar à população os resultados alcançados pela gestão Lula. Segundo ele, não há comparação com os resultados alcançados pelo atual governo em comparação com a gestão passada. “Onde nós andarmos, temos que mostrar a diferença”, declarou.
Na parte final do discurso, o senador reforçou o alerta contra retrocessos democráticos. “Não podemos deixar o fascismo voltar a governar esse país”, concluiu.



