Agência Brasil

A taxa de desocupação do Brasil ficou em 5,4% no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, resultado que representa estabilidade frente ao período de agosto a outubro de 2025, que teve o mesmo percentual, o menor da série comparável, iniciada em 2012. Em relação ao trimestre móvel de novembro de 2024 a janeiro de 2025, quando atingiu 6,5%, há um recuo de 1,1 ponto percentual (p.p.).
Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua) foram divulgados nesta quinta-feira (5/3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para o senador Rogério Carvalho (PT-SE), os números divulgados não são frutos do acaso, mas de uma política econômica que voltou a colocar o povo no centro das decisões.
“O presidente Lula retomou investimentos, fortaleceu programas sociais, estimulou a economia e criou um ambiente mais favorável para gerar emprego e renda. E o resultado não poderia ser outro: mais gente trabalhando, renda média crescendo e mais dinheiro circulando na economia”, disse.
“Nosso compromisso é continuar nesse caminho, garantindo oportunidades e melhorando a vida do povo brasileiro. Porque quando o Brasil cresce com inclusão, quem ganha é quem trabalha”, emendou Rogério Carvalho.
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— Rogério Carvalho 🇧🇷 ⭐️ (@SenadorRogerio) March 5, 2026
Os números divulgados não são frutos do acaso, mas de uma política econômica que voltou a colocar o povo no centro das decisões.
O senador Humberto Costa (PT-PE) enfatizou o papel do presidente Lula e de sua equipe na obtenção de um melhor cenário de emprego e renda para a população nos últimos anos.
“É um novo recorde, a menor taxa da série histórica iniciada em 2012. Estamos chegando a um quadro, praticamente, de pleno emprego, com trabalho e oportunidade para todo o povo. É uma extraordinária ação do nosso governo, uma determinação do presidente Lula, que gera renda para as pessoas e promove uma enorme mudança social no nosso país”, exaltou Humberto Costa.
De acordo com a pesquisa, cerca de 5,9 milhões de pessoas estavam desocupadas no país no trimestre encerrado em janeiro de 2026. Esse é o menor contingente de desocupados da série e ficou estável em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual houve queda de 17,1%, o que equivale a 1,2 milhão de pessoas desocupadas a menos de um ano para o outro.
A população ocupada atingiu 102,7 milhões, o que também é o maior contingente da série comparável, permanecendo estável no trimestre e alta de 1,7%, ou seja, mais 1,7 milhão de pessoas no ano.
Com informações da Agência Brasil



