Destruição de políticas públicas

“Governo quer desmantelar o Estado”, critica Jean Paul Prates

Senador alerta que a agenda econômica de Bolsonaro ameaça a soberania e vai trazer ruína à economia
:: Assessoria do senador Jean Paul Prates16 de abril de 2019 16:24

“Governo quer desmantelar o Estado”, critica Jean Paul Prates

:: Assessoria do senador Jean Paul Prates16 de abril de 2019
O senador Jean Paul Prates (PT-RN) mostra-se preocupado com o agravamento da crise política e econômica e está temeroso com os destinos do Brasil. Segundo o parlamentar, o governo Bolsonaro vem mostrando uma agenda de destruição de políticas públicas que ameaça a soberania nacional. Ele aponta que o resultado disso será ruinoso para o país, caso o governo mantenha o eixo central de sua política econômica e social.
“Infelizmente, o atual governo parece procurar o desmantelamento do Estado brasileiro, em vez de procurar aprimorar sua eficiência e governança”, avalia. Jean Paul aponta que é preocupante que o governo tenha chegado aos seus primeiros cem dias à frente da Presidência da República com tamanha rejeição popular e fora de sintonia com o sentimento da maioria da população.
“As principais bandeiras do Planalto — a reforma da Previdência e o pacote anti-crime — são rechaçados pela sociedade, como atestam as pesquisas de opinião pública”, aponta. “Por outro lado, o Palácio do Planalto persegue um plano de privatizações que ameaça a economia nacional, ao vender refinarias, dutos e outros ativos da Petrobras, e insistindo em forçar a venda direta da Eletrobras”, destaca.
Ele lembra que a holding e suas subsidiárias regionais, além de gerar e escoar a maior parte da energia consumida pelo país, controlam a vazão das nossas principais bacias hidrográficas. “Isso é estratégico para o futuro do país, porque nenhuma nação abre mão de ter controle sobre sua produção de energia”, adverte.
“Vamos mostrar o quanto isso é danoso para a indústria nacional, os mercados locais e a sociedade”, afirma. “É preciso preservar as conquistas sociais das últimas duas décadas e manter uma estrutura regulatória que se preocupe com o interesse coletivo, não apenas de alguns agentes econômicos”.

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