
Cultura brasileira em alta. Cinema brasileiro confirma retomada do Brasil no cenário mundial.
A dupla premiação do filme O Agente Secreto, no Globo de Ouro, consolida a retomada do prestígio internacional do Brasil, desta vez no campo das artes. O filme, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, venceu nas categorias de melhor filme em língua não inglesa e de melhor ator em drama, com Wagner Moura, consagrando a cultura brasileira.
O presidente Lula destacou o impacto do prêmio para a imagem do país, ressaltando o papel do Estado no fomento às artes. “O cinema brasileiro mais uma vez no topo do mundo. Sensacional a vitória do talentosíssimo Wagner Moura como Melhor Ator em filme de Drama no Golden Globe. A merecidíssima estatueta premia a performance de excelência do querido artista baiano que tanto nos emociona em O Agente Secreto. Como o próprio Wagner tem dito, o cinema brasileiro vem mobilizando a atenção e o respeito das pessoas em todas as regiões, e tem sido um símbolo importante da volta da valorização dos artistas em nosso país. Viva a cultura brasileira!”, afirmou o presidente.
As conquistas repercutiram entre os senadores. O líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), celebrou as raízes do protagonista. “O baiano tem o molho e também o Globo de Ouro! Parabéns, Wagner Moura, pelo prêmio de melhor ator. O menino que saiu da Bahia ganhou o mundo”, disse.
Já o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) enfatizou o alcance global da criatividade brasileira. “Histórico! O cinema brasileiro mostrando mais uma vez a sua força. Vamos comemorar de pé porque O Agente Secreto venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme de Língua Não Inglesa. É motivo de orgulho. Estamos vendo nossa cultura, nossa criatividade e nossas histórias ganhando o mundo”, ressaltou.
A dimensão política e social da obra também foi abordada pelos parlamentares. O líder do PT, senador Rogério Carvalho (PT-SE), destacou que o sucesso é fruto de um projeto de país: “Wagner Moura, no Globo de Ouro, é vitória da cultura brasileira e do cinema que pensa, questiona e transforma. Arte não é luxo, é identidade, crítica social e voz do povo. O Brasil mostra ao mundo que cultura forte também é projeto de país”.
Paulo Paim (PT-RS) disse que a arte é uma forma de resistência da memória. “A arte como resistência da memória e da verdade. “Arte que também mostra que a vida é a razão maior da existência e que, sim, é preciso respeitar os direitos humanos. Para que nunca mais ocorram tempos sombrios em nosso país”.
Na mesma linha, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) ressaltou o papel do diretor e a importância do investimento no setor: “Ganhamos o Globo de Ouro de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa. Uma vitória que leva nossa história, nossa arte e a forma como enxergamos o mundo para o centro do palco. O cinema brasileiro mostrou, mais uma vez, a força que tem quando é valorizado. Mérito total de Kleber Mendonça Filho, que conduz a história com força e cuidado, e de Wagner Moura, que entrega uma atuação à altura do cinema brasileiro”, afirmou o senador.
Os senadores pernambucanos, como Kleber Mendonça Filho, não deixaram de se manifestar. Humberto Costa (PT-PE) chamou a atenção para o teor histórico do filme e o impacto do discurso da equipe no exterior: “Brilhante! Kleber Mendonça Filho dando aquela aula de História, citando a prisão do golpista Bolsonaro e lembrando à juventude do cinema americano de que ela pode se levantar contra os absurdos que ocorrem hoje nos Estados Unidos. Fabuloso!”.
A senadora Teresa Leitão (PT-PE) sintetizou o sentimento de euforia com a conquista dupla: “O cinema brasileiro conquistou o mundo! Estou vibrando de alegria com a vitória do filme O Agente”, sintetizou.



