Geração de empregos

Centrais, movimentos sociais e partidos lançam plano emergencial

Principais eixos do plano são a retomada de obras públicas e a valorização salarial
:: CUT19 de novembro de 2019 09:47

Centrais, movimentos sociais e partidos lançam plano emergencial

:: CUT19 de novembro de 2019

A CUT, demais centrais sindicais, movimentos sociais e partidos políticos de oposição se reuniram na manhã dessa segunda-feira (18) para apresentar planos emergenciais em defesa da geração de emprego e desenvolvimento. As propostas são contrapontos às políticas neoliberais do governo de Jair Bolsonaro, idealizadas pelo ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes.

Ainda hoje, as propostas apresentadas por todas as entidades serão unificadas em um único documento, o Plano Emergencial, que será consolidado e apresentado à imprensa na manhã desta terça-feira (19), na sede da CUT, em São Paulo. Na ocasião, os sindicalistas e representantes dos movimentos sociais e partidos vão fechar um calendário de ações da Jornada Nacional de Lutas.

A deputada federal e presidenta Nacional do PT, Gleisi Hoffmann, representando a frente de partidos, explicou que a iniciativa visa unir todos os projetos em um ‘pacote’. “Unimos todos esses projetos para pedirmos tramitação mais rápida no Congresso”, explica.

Gleisi alertou para a luta que tem que ser travada diariamente também no Congresso Nacional. “Enquanto Bolsonaro e seus filhos inflamam a população com o discurso de ódio, Paulo Guedes está aprovando no Congresso as medidas que eles querem e colocando a agenda liberal em curso”.

Outra agenda será no dia 26, em Brasília, quando será realizado um encontro de Servidores Públicos e de Estatais para debater o ataque a todo o setor público.

“Depois do encontro vamos lançar um plano em defesa do setor para esclarecermos à sociedade sobre o que representam as privatizações e fazer o enfrentamento contra a entrega do patrimônio público dentro do Congresso”, anunciou o presidente da CUT, Sérgio Nobre.

A atividade desta segunda, realizada na sede do Sindicato dos Químicos de São Paulo, no bairro Liberdade, foi organizada pelas centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical, Intersindical Instrumento de Luta, CSP-Conlutas, CGTB, além dos movimentos sociais ligados às frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e os partidos políticos de oposição PT, PSB, PCdoB, PDT, PSOL e Rede.

Entenda os pontos do plano

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