Povo na rua

Em Brasília: “Recua fascista, recua, o poder popular está na rua”

A oposição ocupou a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, neste domingo, 7, contra o fascismo, em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo. Organizada e pacífica, a manifestação esvaziou o discurso de Bolsonaro que acusou os protestantes de “terroristas”. Protestos afirmam a presença do povo nas ruas
:: Agência PT de Notícias7 de junho de 2020 14:42

Em Brasília: “Recua fascista, recua, o poder popular está na rua”

:: Agência PT de Notícias7 de junho de 2020

A oposição ocupou a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, neste domingo (7), contra o fascismo, em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo. A manifestação pacífica reuniu profissionais da saúde, torcidas organizadas, comunidade negra, comunidade LGBT, estudantes, mulheres, professores, representantes das comunidades indígenas, artistas, movimentos sociais e partidos políticos.

“Recua fascista, recua, é o poder popular que está na rua” e “Fora, Bolsonaro” deram o tom da mobilização na capital federal. A caminhada contou com participação de pessoas de todas as idades. A exemplo dos Estados Unidos e outros países, a manifestação respeitou os protocolos sanitários, com distanciamento, distribuição de álcool em gel e uso de máscaras.

Foto: Twitter/George Marques

Defesa do SUS
“Manifestação antifascista ocupa Esplanada com protestos pela democracia”, noticiou o jornal Correio Braziliense em manchete de sua versão online, às 09:37da manhã. Em faixas, cartazes e palavras de ordem, os manifestantes denunciaram as ameaças de “intervenção militar” e a repressão à comunidade negra.

Os manifestantes também defenderam o Sistema Único de Saúde (SUS) e prestaram solidariedade aos mortos por Covid-19 em todo o país. “Vidas negras, vidas das mulheres, vidas dos profissionais da saúde importam”, entoaram em coro os manifestantes.

O protesto  lembrou os nomes da vereadora Marielle Franco, do menino João Pedro, do norte-americano George Floyd e outros negros assassinados pelo violência policial.

Foto: Adriano Machado

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