Comissão debate tratamento de pacientes com doenças raras
De um lado, a indústria farmacêutica, que trabalha visando, essencialmente ao lucro. De outro, o orçamento apertado do Ministério da Saúde, que precisa lidar com a realidade de que os recursos são finitos, mas as doenças, não. No meio, cerca de 15 milhões de brasileiros, que são portadores do que se chama tecnicamente de “doenças raras” (que afetam, no máximo, uma a cada duas mil pessoas). São aproximadamente oito mil patologias, síndromes e características genéticas muito específicas, que ameaçam a sobrevivência e comprometem a qualidade de vida dos pacientes.
IBGE aponta que setor de serviços continua em alta
Alojamento e alimentação cresceram 8,5% no mêsA Pesquisa Mensal de Preços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta terça-feira (16), confirma a tendência dos últimos anos: o setor dos serviços continua mostrando bom desempenho, malgrado as dificuldades que afetam a indústria e o comércio. Em outubro passado, a receita nominal do setor cresceu 5,2% contra o mesmo mês em 2013, alta inferior à registrada no mês de setembro comparada com o ano passado, de 6,4%, mas acima dos 4,5% de agosto, também em comparação com agosto de 2013.
Guantánamo escancara hipocrisia norte-americana, diz Lindbergh
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) elogiou, na última segunda-feira (16), em discurso no plenário, a recente decisão do governo uruguaio de permitir que seis ex-detentos da prisão norte-americana de Guantánamo, situada em Cuba, pudessem ser recebidos como refugiados no país vizinho. De acordo com o senador petista, essa atitude do governo do presidente Pepe Mujica, só confirma a característica vanguardista da política uruguaia que em 1907 aprovou a lei do divórcio e, em 1932, foi o segundo país das Américas a conceder o direito de voto às mulheres. Mais recentemente, o Uruguai regulamentou o uso e a venda legalizada da maconha.
Paim diz que Supremo deve defender e não flexibilizar leis trabalhistas
O senador Paulo Paim (PT-RS) fez um discurso contundente na tarde desta segunda-feira (15) e alertou que direitos conquistados pelos trabalhadores desde o século passado podem ser atropelados por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Como exemplo, Paim citou o projeto sobre o equipamento de proteção individual (EPI), onde a empresa não paga adicional para funcionários que utilizam esses equipamentos, fechando a possibilidade desse trabalhador obter aposentadoria especial. O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que era pago integralmente ao demitido sem justa causa, pode ser reduzido ao pagamento de somente os últimos cinco anos, dependendo de uma decisão do STF. A possibilidade de o aposentado voltar a trabalhar, a chamada desaposentadoria, um projeto de sua autoria, também está parado no STF e não anda, nem prá frente, nem prá trás.
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