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Senadores enfatizam luta das mulheres por vida digna e mais segurança

Parlamentares defendem avanço nas políticas públicas de proteção às mulheres e reforçam combate à violência e à desigualdade de gênero

Agência Brasil

Senadores enfatizam luta das mulheres por vida digna e mais segurança

“Uma nação só é plena quando mulheres têm voz, vez e respeito”. A afirmação da líder do PT no Senado, Augusta Brito (CE), no Dia Internacional da Mulher, reforça a necessidade de o Brasil ampliar mecanismos que garantam a efetivação dos direitos das mulheres, sua liberdade e a possibilidade de uma vida digna, livre da violência.

Senadores do PT utilizaram as redes sociais para destacar a importância da data. A senadora Teresa Leitão (PT-PE) ressaltou a importância do combate ao feminicídio para garantir uma vida mais digna às mulheres no país.

“Nós devemos viver seguras, felizes e plenas de direitos, oportunidades e autonomia. Por um país sem violência contra as mulheres e com feminicídio zero. Todos por todas”, disse.

Já o senador Rogério Carvalho (PT-SE) também afirmou ser impossível homenagear as mulheres sem enfrentar a realidade da violência vivida diariamente por elas.

“Respeitar as mulheres é garantir segurança, igualdade de oportunidades e dignidade em todos os espaços”, afirmou.

Combate à desigualdade

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) destacou que a reflexão provocada pela data também precisa alcançar os homens.

“A luta das mulheres por respeito, direitos e igualdade atravessa gerações e continua transformando a sociedade todos os dias. Cabe a nós caminhar ao lado delas, com respeito, admiração e compromisso para enfrentar o machismo e toda forma de violência”, disse.


O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), ressaltou a necessidade de continuar lutando pela proteção das mulheres brasileiras, que ainda sofrem com a desigualdade de direitos, violências diárias e exclusão dos espaços de poder.

“Precisamos construir um Brasil sem machismo, misoginia e feminicídio”, afirmou.

Já o senador Fabiano Contarato (PT-ES) lembrou a luta pelo fim da escala 6×1 e destacou que, no Brasil, milhões de mulheres enfrentam jornadas exaustivas, desigualdade de oportunidades e violência cotidiana.

“O Estado ainda precisa fazer muito mais para proteger suas mulheres”, afirmou.

Partido formado por mulheres

O senador Humberto Costa (PT-PE) aproveitou a data para destacar o protagonismo das mulheres na história do Partido dos Trabalhadores.

“Somos um partido de mulheres, muitas mulheres. Mulheres que nos formaram e nos conduzem. Somos o PT, o Partido das Trabalhadoras.”

Pacto contra o feminicídio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, no início de fevereiro, o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, que estabelece um compromisso integrado entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para combater o feminicídio e a violência contra as mulheres, fortalecendo ações de prevenção, proteção, responsabilização de agressores e garantia de direitos.

A criação do pacto foi um compromisso assumido por Lula no ano passado diante das estatísticas cada vez mais alarmantes de mortes e violências físicas, morais e psicológicas contra mulheres.

Na última semana, o Comitê Interinstitucional de Gestão do pacto apresentou o plano de trabalho destinado a organizar, integrar e consolidar as ações prioritárias.

As medidas foram anunciadas pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, durante o seminário “Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres”, atividade do pacto entre os Três Poderes para o enfrentamento do feminicídio.

Pacto Brasil entre os Três Poderes apresenta Plano de Trabalho para enfrentamento ao feminicídio

“Defender a vida das mulheres é defender a democracia, a dignidade e o futuro do nosso país”, afirmou o senador Paulo Paim (PT-RS).

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